Tags

 

Sim, eu estou com “crise de abstinência de A vida da Gente”.

A verdade é que poucas novelas me conquistam, e sou extremamente impaciente para passar sete/oito meses em frente a TV assistindo mais do mesmo. No entanto, a novela de Lícia Manzo me conquistou de tal forma, que religiosamente ás 18 horas, lá estava eu acomodada em meu sofá assistindo os dramas de Ana, Rodrigo e Manuela.

Dificilmente outra novela arrancará o lugar que A vida da Gente conquistou na minha memória e no meu coração. Mesmo dramática a novela tinha uma delicadeza, um romantismo e uma simplicidade tão grande que talvez esse tenha sido o seu maior triunfo.

Lícia Manzo provou que não é preciso Tereza Christinas vilãs mirabolantes, vulgaridade, mistérios infindáveis e outas tantas tramas cheias de detalhes para contar uma história de qualidade, uma história que poderia ser a minha, a sua, a do seu vizinho ou de qualquer outra pessoa.

PS: Inesquecível também é a belíssima abertura que era tão simples e delicada quanto a trama. Quer música mais gostosa que Oração ao Tempo na voz de Maria Gadú? Com certeza uma das (senão a) melhor abertura de novela de todos os tempos:

E aí Rede Globo, já pode exibir no Vale a Pena Ver de Novo?

Anúncios