Sou bem cinéfila e acredito que essa minha paixão pela sétima arte tenha nascido nas tardes que fiquei em frente a TV assistindo a tão criticada Sessão da Tarde. É bem verdade que hoje por falta de tempo ou até mesmo pela fala falta de bons filmes, o histórico programa da Rede Globo passa bem longe da minha programação. Mas quem nasceu nas década de 80 e 90 pode agradecer porque grandes clássicos que marcaram uma geração eram figurinhas fáceis na programação e eu obviamente tenho os favoritos da minha infância:

As Patricinhas de Beverly Hills (Clueless): Eu devia ter uns cinco anos quando assisti esse filme pela primeira vez, e de lá para cá foram inúmeras as vezes que eu me diverti com as fofurices da Cher que apesar de ter tudo aos seus pés não é uma menina esnobe do tipo “garota popular da escola” como estamos acostumados a ver nos infindáveis dramas adolescentes hollywoodianos. Até hoje sou louca pelo guarda-roupa da personagem de Alicia Silverstone (que ainda é bem atual) e sonho com aquele computador que combinava as roupas  <3. Não tem como não amar esse clássico da minha infância e é claro da Sessão da Tarde.

Uma Linda Mulher (Pretty Woman): “Pretty woman, walking down the street, pretty woman, the kind I like to meet…” basta ouvir a música para lembrar do conto de fadas bem moderninho. Uma Linda Mulher é outro grande clássico que assisti diversas vezes, mas ainda assim tenho vontade de assistir uma cena que seja e relembrar o quanto Julia Roberts era liiinda e o Richard Gere um verdadeiro sonho de consumo da mulherada haha. Sem contar os looks D-I-V-I-N-O-S (da fase diva é claro) que Vivian desfila pelas ruas de Beverly Hills.

Edward mãos de tesoura (Edward Scissorhands): Ai, o Johnny Depp <3. Outro filme que AMO é Eduardo mãos de tesoura, lembro de alugar (para desespero do meu pai) o filme infindáveis vezes e sempre me emocionar pela história de um dos primeiros personagens do Johnny (que diga-se de passagem está irreconhecível e extremamente jovem neste filme).

Titanic: OK. Depois do Axl Rose, Leonardo Di Caprio foi minha grande paixão platônica. Chorei feito bebê com o triste fim do fofo do Jack e culpo a Rose até hoje por isso (tinha espaço suficiente para dois naquela madeira haha). Exageros a parte, Titanic é clássico dos clássicos, não passou na sessão da tarde mas era figurinha fácil na programação das emissoras todo fim de ano e é claro que lá estava eu madrugada a dentro com cara de boba ao assistir o filme pela 343948393 vez.

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